BRASIL: Haddad e Dilma discutem investimentos do PAC em São Paulo

Compartilhar

 

Por Secom-    

Prefeito apresentou diretrizes de financiamento para os investimentos do PAC em São Paulo à presidenta Dilma. Haddad busca alinhamento para que São Paulo adquira 100% de recursos oferecidos pelo programa.

O prefeito Fernando Haddad se reuniu nesta quinta-feira (18) com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), para apresentar diretrizes econômicas e de planejamento para o financiamento de obras por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em São Paulo. Nas próximas semanas o prefeito deve se encontrar novamente com a presidenta para a obtenção de recursos dos dois primeiros anos do seu mandato.

“Nós estamos fazendo agora uma apresentação geral do que São Paulo pretende executar. A cidade tem que se alinhar porque não é só a questão do recurso que está indo daqui (Brasília) para São Paulo. É também o que isso vai gerar de crescimento econômico para o país. Porque o investimento público em São Paulo tem uma taxa de retorno em termos de produtividade média que interessa a União. Nós recolhemos 12% do Produto Interno Bruto do país”, afirmou Haddad.

O prefeito ressaltou que os investimentos em São Paulo realizados por meio do PAC nos últimos anos não foram expressivos. “Nossa taxa de investimento per capita é metade da do Rio de Janeiro. Se você for verificar o que desequilibrou, foram os recursos federais do PAC. Então para eu buscar o equilíbrio dos investimentos necessários para a cidade funcionar melhor, é alinhando as ações de São Paulo com as do PAC”.

A reunião, que durou cerca de duas horas, contou ainda com a participação dos secretários municipais Antônio Donato Madormo (Governo) e Marcos Cruz (Finanças), além dos ministros Aloizio Mercadante (Educação), Alexandre Padilha (Saúde) e Aguinaldo Ribeiro (Cidades). Transporte público, habitação, drenagem, saúde e educação foram os tópicos do encontro.

“Fizemos um abatimento de cada ação da Prefeitura, de cada uma das linhas disponíveis para financiamento de estados e municípios. Apresentamos até um âmbito de investimentos para além de 2016 para que a presidenta tivesse um horizonte do que São Paulo pode realizar a médio prazo, não só no curto espaço de tempo do meu mandato, mas uma projeção de um plano de metas para além de 2016”, explicou o prefeito.

Cada item do plano foi detalhado na apresentação que envolveu um cronograma de obras para os seis próximos anos na cidade. O intuito dessa ação é buscar fontes de financiamento com o detalhamento de quanto os governos Federal e Estadual poderão arcar e assim traçar um planejamento para as obras na cidade.

Últimos artigos

Por Rui Falcão: Uma semana decisiva que culmina dia 28
segunda, 24 abril 2017, 18:14
    O PT apoia e participa da greve geral nesta sexta-feira, e sua Executiva Nacional estará em Curitiba dia 2 de maio, em homenagem à festa da democracia do dia 3   Paulo Pinto/Agência PT Ato preparatório para a greve geral do... Leia Mais
Por Rui Falcão: A necessidade de derrubar Temer e eleger Lula
terça, 18 abril 2017, 15:08
  Nosso caminho é aumentar as mobilizações, repelir o canto de sereia dos acordos por cima, defender os direitos e lutar pela antecipação das eleições   A impopularidade e o descrédito crescentes de Temer & seus asseclas; a... Leia Mais
Simão Pedro Chiovetti: A gestão Doria – vender SP
quarta, 12 abril 2017, 16:37
  Doria em menos de 100 dias demonstrou que não tem apego algum por SP e muito menos pelos paulistanos da periferia e classe média   Próximo de completar apenas 100 dias à frente da Prefeitura de SP, já é possível perceber que as... Leia Mais
Por Vitor Marques: 100 dias de governo João Doria: a São Paulo virtual e a São Paulo real
quarta, 12 abril 2017, 15:06
  Empossados os novos governos, via de regra, é esperado que a população tenha uma receptividade e uma tolerância maior com aqueles que estão iniciando a nova gestão. Este período é conhecido no vocabulário político como “lua... Leia Mais
Por Emídio de Souza: Algo está errado
terça, 11 abril 2017, 21:35
  Algo está errado. Contrariando a tradição da política brasileira, um partido chama seus filiados a debater seu futuro e escolher seus dirigentes. Mais de 250 mil atendem ao chamado e, sem serem obrigados, vão às urnas em quase 4... Leia Mais