Vivian Farias da Executiva Nacional do PT fala sobre Eleições 2014 e Reforma Política

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Vivian Farias, Secretária Nacional de Coordenação Regional do PT, concedeu entrevista ao Diretório Municipal do PT de São Paulo e falou sobre o diferencial e comprometimento dos candidatos do PT ao governo do Estado de São Paulo, Padilha e a presidenta Dilma Rousseff. Durante a entrevista destacou a importância e o dever do militante estar sempre em busca da verdade para fazer o embate político e combater boatos. Segundo ela, os militantes precisam colocar a estrela no peito e o Brasil no coração para conquistar mentes e corações nesta eleição. Outro tema ressaltado pela entrevistada foi a Reforma Política, tendo como primeiro passo a realização do plebiscito pela Constituinte Exclusiva e Soberana que ocorrerá entre os dia 01 e 7 de setembro. Veja a entrevista na íntegra.

Qual o diferencial do candidato a governador Padilha e da Dilma presidenta dos demais candidatos?

O Padilha com seu programa de governo considera as diversas São Paulo que existem no estado, como nenhum outro candidato. Ele constituiu núcleos temáticos que estarão abertos nas plataformas da web para qualquer pessoa poder contribuir, vai ser tudo numa linha de que as pessoas terão retorno. A gente (PT) tem instituído está prática, de não apenas ouvir, mas também dar retorno à sociedade.

Tem gente que contribui na política escrevendo um texto, tem gente que contribui financeiramente, o Padilha, o Lula, a Dilma são pessoas que contribuem com a vida deles, abdicaram de tudo para estar na construção deste novo modelo. São Paulo sendo o maior estado, em quantidade populacional do Brasil, não pode estar desassociado de um projeto nacional. O que agente tem visto no Brasil, no nordeste e no norte, em todas as regiões é discrepante do que vemos em São Paulo, o paulistano precisa conhecer este modelo que tem um olhar e como grande obra, a vida das pessoas, a mudança da vida das pessoas e não somente, grandes obras a base de pedra e cal, obras para tirar fitinha e achar com que isso o papel do governo já está feito.

No programa de governo da presidenta Dilma está muito factível a questão de qual o projeto que nos queremos. Pra gente está muito claro, a gente quer um país sem preconceito, sem homofobia. Isso incomoda muita gente, para elas é bom que as coisas não evoluam. Nós precisamos muito mais fortalecer questões no campo da educação, da saúde com o Mais Médicos, inclusão social, entre outros programas que deram uma cara nova ao país.

Não cabe mais na política propaganda enganosa, enganar a população, tem candidato que se pauta como o participativo, o democrático, mas quando estiveram no governo estadual nunca fizeram um programa com participação popular. A Dilma, diferente dos outros, ela tem no discurso a responsabilidade de quem está no governo, inclusive com autocrítica no que precisa ser melhorado da forma mais democrática possível. Enquanto os outros candidatos não, eles entraram com uma postura diferente, até mesmo com a falta de autocrítica.

A campanha da Dilma tem uma pauta ampla, que inclusive pauta a questão da reforma política, das mulheres, da juventude brasileira. A juventude brasileira tem que ser elevada a um outro patamar, o país não vai ter mais um boom de juventude como agora, e não vai ter mais o número de jovens como temos hoje. O PT quer e vai responder está juventude, não com o discurso: o jovem é futuro do amanhã, não, o jovem é o futuro hoje, e o governo federal tem programa para o jovem, fez a secretaria de Juventude e programas, como o Juventude Viva, a gente já fez e vai fazer muito, muito mais e cada vez melhor.

Como você acha que deve ser a postura do militante nesta campanha, diante de várias críticas e boatos?

São três coisas, que acho fundamentais ao militante nesta campanha. Primeiro ir atrás de informação. A forma mais correta que temos de fazer qualquer embate político é com a verdade, o que a gente têm visto na mídia e nas redes... são coisas como, empresas contratadas que têm robôs fora do Brasil que mandam conteúdo... sabe coisa de ficção científica, gente fazendo política da forma mais baixa possível, dizendo que filha da Dilma é dona disso, o filho do Lula é dono daquilo. A melhor forma e é obrigação do petista é ir em busca da verdade.

O segundo ponto fundamental é não deixar se abater pela apatia de tomar como verdade mentiras. Muitas vezes o militante, por não ter o engajamento político cotidiano, ele toma essas mentiras como verdade e se abate. É importante ter nítido o que a gente construiu, que não foi pouco, se pegar os números 42 milhões no Bolsa Família, 15 milhões na universidade, dentre outros programas, a gente está falando de gente, estamos devolvendo a capacidade de sonhar por um Brasil melhor.

E terceiro voltar ao orgulho petista de 89 e colocar a estrela no peito. Ter orgulho de colocar a estrela no peito e o Brasil e São Paulo no coração para disputar corações e mentes. É isto que a gente tem que fazer: ter conhecimento do que fizemos, não se deixar abater pelas mentiras e ter o orgulho de colocar a estrela no peito e no coração.

Reforma Política

O que é uma constituinte? Por que o plebiscito é Por uma Reforma Política Soberana e Exclusiva?

A gente acredita que se colocarmos a reforma política com uma constituinte que paute outras reformas que têm importância na sociedade brasileira, por exemplo, por que nós dizemos que a reforma política é a mãe das reformas? Porque a partir da mudança do sistema eleitoral e da representatividade que a gente tem hoje no Congresso e na Câmara, nós vamos conseguir dar vez e voz a quem tem direito. Por exemplo, a bancada do agronegócio (quantidade de deputados que representam o agronegócio na Câmara) é muito maior e representativa e tem muito mais pessoas do que a bancada dos agricultores rurais, só que a quantidade de agricultores rurais no país é vertiginosamente maior do que os empresários do agronegócio. Então, se nós tivéssemos uma reforma que permitisse aos agricultores terem seus representantes, as outras reformas seriam feitas por pessoas com olhar democrático popular, por isso Constituinte Soberana e Exclusiva, por que a gente acredita que teriam que ter pessoas eleitas exclusivamente para pautar a reforma do sistema eleitoral e do sistema político brasileiro, não só eleitoral, mas o sistema geral de formulação do papel dos mandatos do poder executivo (prefeitura, governo estadual e federal), legislativo (vereadores, deputados e senadores) e também, não menos importante, a questão do processo eleitoral.

Constituinte é no sentido da Constituição?

Sim, no sentido da Constituição, uma assembleia assim como aconteceu que o Lula que foi deputado da constituição, foram eleitas pessoas só para pautar a eleição, por exemplo, um professor universitário, que não tem vontade de ser político, ele vai poder participar naquele momento específico, deste debate importante para o nosso país. Escritores, autores, pessoas ligadas à cultura e outros segmentos tenham representação. É um processo de eleição, fazer uma assembleia ampla e soberana que trate a questão do nosso país e da nossa constituição, e ratifique esses novos elementos que consideram as pessoas, que não têm vontade de serem políticos, mas tem um papel importante e capilaridade na sociedade para participar deste processo.

Qual a diferença do projeto de lei sobre reforma política, do dia da votação do Plebiscito por uma Constituinte Soberana e Exclusiva?

A semelhança é porque ambas pautam a questão da Reforma Política, às vezes as pessoas pensam que o plebiscito está dissociado da reforma, não, ele é um processo inicial. Para fazer a Reforma Política com o processo de participação popular, nós teríamos que fazer o plebiscito constituinte com milhões de assinaturas que seriam impulso para a convocação da Assembleia Constituinte para fazer a Reforma Política. Já o projeto do PT, nasceu com o partido, porque desde a nossa constituição, o PT vê o sistema de eleitoral com muitas dificuldades, porque uma pessoa que é militante, que tem uma trajetória política, ela muitas vezes, não está hoje em condições de igualdade de competir com um candidato que tem apoio do empresariado, com alguém que tem acesso ao mercado financeiro, ou até uma classe social maior. Então, nós do PT já fazíamos uma crítica de como o processo eleitoral é antidemocrático, visto que não são todos que têm igualdade de condições.

Qual a quantidade de votos necessários para o projeto de lei da Reforma Política?

Hoje no PT foi iniciada a primeira etapa da campanha nacional, que tem como objetivo obter 1,5 milhão de assinaturas, a gente protocolou e aprovou isso no Diretório Nacional do partido, o objetivo é cumprir até novembro, dezembro, por isso é muito importante que os diretórios zonais façam as agendas do plebiscito e já paute a reforma política que o PT quer. O PT já está no comitê executivo do plebiscito da assembleia constituinte. O importante para o PT é o empoderamento das mulheres, é o financiamento público de campanha, é ter uma lista e nela estar homens, mulheres, negros, nordestinos, conseguir fazer uma reforma política que dê vez e voz a quem merece. Se você pegar até nas políticas públicas no Brasil, às vezes, você vê um texto, uma fala que a minoria será representada, mas essa minoria nem sempre é minoria, as mulheres são maioria da sociedade, mas estamos apenas com 12% de mulheres no Congresso federal e 9% no Senado. Imagina que no Afeganistão, por exemplo, que possuem diversos problemas referentes à questão das mulheres, tem hoje mais do que o dobro da representação de mulheres no espaço de poder do que o Brasil. Imagina quanto é importante este debate e fazer que estas pessoas tenham até o acesso à política brasileira.

Porque a gente acredita que não está na hora da política brasileira dizer que: a gente quer fazer mais e melhor. O que é mais melhor? A presidente Dilma tem pautado está questão da reforma política, que iniciou depois das manifestações de junho. Por que? Por que ela é a única candidata que pauta isso? Porque para os outros candidatos que não têm esse compromisso democrático popular, é interessante a manutenção do estatuto quo, é interessante essa manutenção do sistema brasileiro, que o financeiro se sobrepõe as pessoas que não têm condições.

A reforma política ajudaria destravar essa dificuldade que há de se obter mais, o que percebemos é que as pessoas querem, mas não sabem como chegar lá?

Sim, inclusive se a gente pegar o programa Participativa Brasil, que a presidente constituiu ele é eminentemente político, o que é constituir o Participa Brasil, é constituir um programa da sociedade, das pessoas participarem do governo, se você pegar o Orçamento Participativo, das pessoas pautarem o que querem, de serem gestores da vida da cidade, é um empoderamento e participação, junho (as manifestações no ano passado) pauta muito isso. Nosso presidente nacional do PT, é o único presidente nacional de partido que convidou a juventude de junho a conhecerem o PT. Nós (o partido) fizemos uma excelente reunião com eles (a juventude que promovia as manifestações) no Diretório Nacional do PT de São Paulo. A gente inclusive precisa ter humildade política de aprender com essas novas formas de participação, o que agente viu também que foi não bastava pautar apenas questões como saúde, meu irmão, por exemplo, foi para manifestação porque queria que diminuísse o valor do ingresso de jogos de futebol, nas manifestações haviam muitas questões da juventude. A gente não pode diminuir essas demandas. O PT está aberto a essas novas manifestações da política. Nós somos o único partido na América Latina a ter jovens na executiva nacional e isso é muito importante, ter jovens na executiva municipal, estadual e nacional e na direção também, a paridade de gênero só o PT tem, e a questão dos negros e dos indígenas, que também estão na cota dentro do partido e essa obrigatoriedade mostra que o quanto esse exercício é possível; ter representatividade cumprindo cota. Quando a gente mostra que conseguimos efetivar isso no maior partido da América Latina, porque não podemos fazer isso no governo, ver essas pessoas dirigindo seu país, vendo essas pessoas tendo vez e voz. Essa questão do plebiscito, como a presidenta Dilma tem dito bastante, nós temos que pautar as forma de mecanismo de participação brasileiro, porque inclusive grande parte da mídia comercial, queria pautar uma disputa política, que em alguns momentos nem existiram, de uma dicotomia entre o velho e o novo. As pessoas precisam saber o que foi o governo FHC, o que era o desmonte do estado, o que era o estado mínimo, porque muitas vezes a gente pauta mais educação, mais saúde, esquecendo do nosso passado que é muito próximo, esquecendo que para uma parcela significativa brasileira é importante reforçar o coronelismo, reforçar o poder econômico político.

A gente tem focado muito o papel do PT no plebiscito, tem a página na internet que as pessoas possam procurar. O plebiscito é super amplo, tem mais de 200 entidades sociais participando, mas o mais é importante que os diretórios se tornem centro de debate do plebiscito e as pessoas da direção se organizem. É importante que as sedes destes diretórios se tornem verdadeiros comitês da campanha pelo plebiscito.

Quantas assinaturas precisam existir em São Paulo?

Cerca de 800 mil assinaturas ao Diretório do PT em São Paulo. Levando em consideração a envergadura política que existe aqui, só no município de São Paulo, se um filiado votar e levar mais uma pessoa a gente já extrapola a cota. É inclusive este debate programático que a gente precisa fazer na nossa vida partidária, não abrir mão de pautar o programa, o que a gente pensa e o nosso projeto.

Quais são os principais eixos do projeto de reforma política?

São 4 principais eixos pra gente, na verdade são três, porque depois do dia 7 de setembro com a eleição do plebiscito, ele já vai ter existido.

O segundo é a questão da paridade, a questão das mulheres, hoje temos a obrigatoriedade de ter 30% das mulheres concorrendo as eleições. Se a gente for observar realmente é muito menor o número. Hoje têm muitas mulheres, que atuam como laranjas, mas que poderiam estar disputando com condições reais, com chances reais de efetivar um excelente mandato, só que elas não têm condições financeiras de concorrer, até o empoderamento político. O que o PT tem feito hoje é de uma vanguarda, é de uma mudança na cultura política brasileira, que nós só vamos ter dimensão histórica disso daqui há 10, 15 anos, quando já estiver instituído e vamos dizer: Oh! foi o PT que construiu isso. É muito importante que a gente faça algo em torno da paridade e da questão das mulheres. Outro ponto fundamental pra gente é a questão do financiamento público, as pessoas que dizem: Ah quer dizer que vai tirar dinheiro da saúde, da educação, pra colocar na campanha, muito pelo contrário, hoje quando uma empresa doa uma contribuição para uma campanha, inclusive isso é um fato meio assustador, porque em algumas empresas esta contribuição está identificada na dotação orçamentária como investimento político, então eles esperam o retorno e com isso, muitas vezes, elas querem ter um acesso privilegiado ao gestor, as licitações, e aos processos decisórios da cidade, e se você pegar hegemonicamente essas empresas são construtoras, patentes de medicamentos, que atuam no setor alimentício de escolas. Isso é muito nocivo à política brasileira, nós temos dentro desta questão econômica, a questão do marqueteiro, que pega uma pessoa de direita transforma em centro esquerda, boa pinta, que escuta as pessoas e quer o melhor pra pessoas, quando na verdade, naquele conteúdo a população acaba levando gato por lebre.

Outro ponto que é consenso no PT, e é bandeira de luta, é a questão da lista fechada, porque se a gente for se apegar esta questão da meritocracia, por exemplo, eu fiz minha campanha, eu mereço, eu estou bem, dessa forma fica sempre no eu, quando na verdade nós (o partido) defendemos um projeto de sociedade, na verdade nós estamos congratulando uma pessoa, quando deveríamos pensar na política de uma forma geral, na forma de projeto, é necessário que tenhamos um debate em forma de projeto. Quando formos pensar na questão das ditas minorias (mulheres, agricultores, LGBT, negros) essas pessoas não estão sendo representadas considerando seu papel real na sociedade, e se fossem seriam em torno de ideias e projetos, não de pessoas.

Explique melhor a questão da lista fechada no sistema eleitoral?

Exemplo na Argentina como acontece, o partido da presidenta Cristina tem 20 candidatos, e os 20 dela são este, este, este, nesta lista tem que estar um homem e uma mulher. Hoje uma pessoa bem votada, elege outras 3 pessoas, que ela se quer conhece. Com a lista fechada as pessoas terão consciência que 1° eu vou votar no Lula, 2° eu vou votar na Dilma, 3° eu vou votar no Suplicy se a primeira for mulher, a segunda vai ser homem. Nesta lista tem que ter índio, jovem, com isso nós vamos garantir a representação real da sociedade na política brasileira. É importante que fique muito nítido, que os quatro pontos são consenso no PT: o plebiscito popular, financiamento público de campanha, paridade de gêneros e lista fechada, demais temas podem ser debatidos.

Uma das justificativas das pessoas contrárias ao financiamento público de campanha é que pode haver caixa dois, empresas financiando candidato sem registrar sua contribuição, devido o financiamento ter se tornado irregular. Qual sua opinião sobre essa possibilidade?

Hoje não existem mecanismos para questionar, com a proibição do financiamento privado eu posso questionar, por exemplo, estou vendo uma campanha de um candidato no meu bairro com um papel muito caro e bom, em grande quantidade e uma quantidade de cavaletes muito maior que os demais candidatos. Hoje eu não tenho como saber se o que foi realizado por aquele candidato custou isso mesmo ou não, nós teremos mecanismos reais de questionar. No financiamento público deverá haver um padrão e mecanismos reais de acompanhar isso. Outro exemplo que este argumento é falho, antes da alteração na legislação eleitoral, os candidatos podiam dar brindes como bonés, camisas, canetas, com a alteração na lei, nas últimas eleições nós tivemos problemas de pessoas que continuaram fazer isso, mas tivemos mecanismos reais como a lei para puni-las.

Qual a relevância do tema reforma política para esta eleição?

Primeiro o fato é que nós (o partido) ao chegar ao governo, ficamos reféns. A questão das bancadas minoritárias e maioritárias, como a questão LGBT, eles tem uma baixa representação na Câmara, e por isso fica muito mais difícil fazer um debate político para eles (de políticas públicas a favor do segmento) e um debate que paute a questão de esquerda, sem ter representação nos espaços políticos de poder. Existe uma discrepância na questão econômica nas eleições, seria muito mais fácil, se todos os segmentos tivessem representação, e ficasse estabelecido o valor padrão para gastar na campanha, por isso a gente precisa tomar uma postura radical de pautar a reforma. A gente é um partido de esquerda, quantas concessões, (o partido no governo) tivemos que fazer por conta desta sub-representação da gente no parlamento.

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