PT convoca militância a participar do Grito dos Excluídos no dia 7 de setembro

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O grito dos excluídos de 2015 terá como bandeira a luta por “Democracia, Mais Direitos e Políticas”. O ato acontece todos os anos no dia 07 de setembro em várias cidades do país. Em São Paulo, o ato da capital paulista terá concentração às 8h30, na Praça Oswaldo Cruz (av.Paulista), a caminhada do ato seguirá pela Av. Paulista, Av. Brigadeiro Luiz Antônio até Monumento das Bandeiras, no Ibirapuera.

 

“O PT convoca sua militância a se somar ao Grito dos Excluídos em todo o País. Será um momento para apoiar o governo, apoiar Dilma e Lula, defender a democracia e o povo brasileiro, e dizer não ao golpe. Estamos chamando nossa militância para ir às ruas e levar as bandeiras do Brasil e do PT”, anuncia o membro da Direção Nacional do PT, Wilmar Lacerda.

 

“O PT convoca sua militância a se somar ao Grito dos Excluídos em todo o País. Será um momento para apoiar o governo, apoiar Dilma e Lula, defender a democracia e o povo brasileiro, e dizer não ao golpe. Estamos chamando nossa militância para ir às ruas e levar as bandeiras do Brasil e do PT”, anuncia o membro da Direção Nacional do PT, Wilmar Lacerda.

 

 A proposta do Grito surgiu no Brasil no ano de 1994 e o 1º Grito dos Excluídos foi realizado em setembro de 1995. O ato é uma manifestação popular aberta e plural de pessoas, grupos, entidades, igrejas e movimentos sociais comprometidos com as causas dos excluídos.


Outro tema previsto para ser abordado na 21° edição do ato é "Que país é esse que mata gente, que a mídia mente e nos consome?”.

 

 

Abaixo carta na íntegra dos movimentos que integram o ato

 

Contra o Golpe e o Ajuste Fiscal

Por Democracia, Mais Direitos e Políticas Públicas

 

Os movimentos populares que foram as ruas no dia 20 de agosto, novamente voltam às ruas, para defender os avanços das políticas públicas de inclusão social, desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda, manutenção dos direitos trabalhistas e sociais e respeito à diversidade, em defesa da democracia, contra o ajuste fiscal, por outra política econômica.

 

Gritamos contra o avanço do conservadorismo, que se expressa na tentativa de criminalizar a esquerda, as organizações das classes trabalhadoras e os movimentos sociais.

 

Gritamos “Fora Cunha”, que teve uma das campanhas mais caras de 2014, financiada por vários setores empresariais, e agora envolvido na operação Lava Jato. O deputado foi denunciado pela Procuradoria Geral de República por lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

 

Gritamos contra a ofensiva da direita, que se sustenta numa onda conservadora que dissemina ódio, intolerância e preconceito, defende o retrocesso com relação os direitos dos trabalhadores e aos avanços socais conquistados por meio de muitos anos de luta da classe trabalhadora e dos movimentos sociais.

 

Gritamos contra a redução da maioridade penal e o genocídio da juventude pobre, negra e periférica e contra a terceirização que retira direitos, provoca demissões e reduz salários dos trabalhadores (as). 

 

Gritamos por uma reforma política, não apenas eleitoral, que impeça que os grupos econômicos escolham e financiem seus preferidos como os “representantes” do povo. Defendemos reforma tributária que cobre imposto dos ricos. É preciso instituir o imposto sobre grandes fortunas e heranças, e combater a sonegação fiscal. Não aceitamos corte nas áreas e programas sociais.

 

Gritamos por outra política econômica, não aceitamos que o ajuste fiscal penalize a classe trabalhadora, com perda de direitos e diminuição de recursos dos programas sociais e de distribuição de renda. Os ricos que paguem a conta. 

 

Gritamos pela manutenção e a ampliação dos direitos e programas sociais, pelas reformas política, tributária, agrária e urbana. Não vai ter golpe!

 

 São Paulo, 7 de setembro de 2015.

 

CMP (Central de Movimentos Populares)

CUT-SP (Central Única dos Trabalhadores)

UMM (União dos Movimentos de Moradia)

FLM (Frente de Luta por Moradia)

UMPS (União dos Movimentos Populares de Saúde)

MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

Levante Popular da Juventude

MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens)

UEE-SP (União Estadual dos Estudantes)

MMTP (Movimento de Moradia Para Todos)

MMVL (Movimento de Moradia Vermelho para Lutar)

FACESP (Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo)

MMM (Marcha Mundial das Mulheres)

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