Com Haddad, mortes no trânsito caem pela metade em São Paulo

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Os acidentes de trânsito com mortes caíram 50% na cidade de São Paulo em setembro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2014. O número de casos passou de 46 em setembro de 2014 para 23 em setembro de 2015, segundo dados divulgados no domingo (22), pela Secretaria de Segurança Pública do estado.

Desde julho deste ano, a velocidade máxima permitida nas Marginais Pinheiros e Tietê foi reduzida de 90 km/h para 70 km/h, no caso dos carros; e de 70 km/h para 60 km/h no caso dos caminhões. Nas pistas locais das duas vias, o limite passou para 50km/h. Na pista central da Tietê, a velocidade máxima passou a ser de 60 km/h.

Os homicídios culposos, quando não há intenção de matar, caíram de 38 para 21, uma redução de 44,74%. As mortes em que o motorista assumiu o risco de matar caíram de oito para dois casos, uma queda de 75% nos números.

De janeiro a setembro deste ano, 307 boletins de ocorrências foram registrados na cidade de São Paulo. No mesmo período do ano passado, o número foi de 420 registros. Uma redução de 29,9%.

O prefeito Fernando Haddad (PT) disse, em nota, que os resultados divulgados demonstram claramente que a política de redução de velocidade nas vias da capital paulista está dando resultado. “Não é uma coincidência”, disse.

Um levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) afirma que nos primeiros oito meses deste ano houve queda de 20,3% no número de mortos no trânsito, em comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 861 vítimas para 686 em 2014.

Se forem considerados apenas os dados do mês de agosto a queda é maior. Foram 32 mortes a menos em relação ao mesmo período em 2014. Com redução de 28,6%, passando de 112 para 80 mortes.

Um balanço da Prefeitura de São Paulo no fim de outubro afirma que a redução de velocidade em 14 km de vias da capital diminuiu em 22,1% o número de acidentes, em 25,2% o de feridos e em 33,3% o número de mortos. Segundo eles, com esses dados deve haver uma liberação de 60 leitos hospitalares por dia.

 

Fonte: Redação da Agência PT de Notícias

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