Haddad marca presença na Plenária do Setorial da Educação

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O prefeito Fernando Haddad e o secretário municipal da Educação Gabriel Chalita marcaram presença na plenária do Setorial da Educação do Diretório Municipal do PT-SP.  Mais de 500 militantes e simpatizantes do partido compareceram no evento, que ocorreu na última sexta-feira (05/12).

Entre as ações da Prefeitura na área da educação, o prefeito destacou a criação de mais de 50 mil novas vagas em CEIs (Centros de Educação Infantis) e a ordem de serviço para a implantação de 8 novos territórios CEUs ( Centro de Educação Unificado) com previsão para ser entregue até o final de 2015. Sobre o Plano de Metas, Haddad ressaltou que cerca de 90% do que foi programado será concluído até o fim do seu mandato em 2016.

O Secretário Municipal Educação Gabriel Chalita falou sobre a intensificação do diálogo com as Diretorias Regionais de Ensino (DRE). De acordo com o secretário, haverá uma devolutiva desse processo de diálogo às DREs.

Além do prefeito e do secretário, compuseram a mesa da plenária, o presidente do diretório Municipal, o vereador Paulo Fiorilo, o coordenador do setorial do diretório municipal do PT, Eneas Rodrigues e as membras da coordenação do setorial da educação, Cida Perez, Marilândia Frazão, e Maria Filomena Freitas; representando o setorial estadual da Educação, Beatriz Pardi e o setorial nacional da educação, Selma Rocha.

Durante a plenária foram aprovadas duas moções. A moção de apoio a presidente Dilma Rousseff em defesa da democracia e a moção de apoio às manifestações dos estudantes contra o fechamento de escolas apresentada pela coordenadora do setorial estadual da educação Beatriz Pardi.

MOÇÃO DE APOIO À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E EM DEFESA DA DEMOCRACIA

 

São Paulo, 04 de dezembro de 2015.

 

O Setorial de Educação do Partido dos Trabalhadores da Capital, em plenária aberta realizada no dia de hoje na presença de educadores e simpatizantes, deliberou e vem a publico, por meio desta moção, externar sua indignação com os últimos ocorridos que atacam as instituições democráticas brasileiras.

No último dia 02 de dezembro, o Presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha acolheu pedido de abertura de processo de impeachment contra a Presidenta da República Dilma Rousseff. Dilma foi eleita em 26 de outubro de 2014 com mais de 54 milhões de votos para um novo mandato presidencial de 04 anos e não há nada que justifique o seu impedimento, já que não cometeu nenhum crime de responsabilidade - requisito essencial para dar seguimento a esse processo.

As chamadas “pedaladas fiscais”, principal argumento utilizado por setores oposicionistas para justificar esta ação, não constituem crimes. Elas são realizadas desde o governo FHC e não passam de empréstimos dos bancos públicos para o governo – e depois pagos com os devidos juros e correções monetárias – de modo a garantir a continuidade de importantes programas sociais, como o “Minha Casa, Minha Vida” e o “Bolsa Família”.

Na realidade, o que está em jogo nesse processo é a continuidade ou interrupção do Projeto de desenvolvimento aliado à inclusão social iniciado pelo Presidente Lula e liderado pelo Partido dos Trabalhadores desde 2003. Os setores oposicionistas não aceitam o resultado expresso pelas urnas. Por não conseguirem derrotar nosso Projeto através do voto, utilizam-se  de artimanhas jurídicas.

Esses setores agem com respaldo da grande imprensa e do Presidente da Câmara Eduardo Cunha, que deflagrou este processo ao descobrir que a bancada de deputados federais do PT não se submeteria às suas chantagens para não ser investigado pela Comissão de Ética da Câmara dos Deputados. Sob Eduardo Cunha, pesam suas contas não declaradas na Suíça, o que o Presidente da Câmara negava.  Tentam, desse modo, afastar a vontade popular expressa nas urnas.

Não compactuaremos com golpes à democracia brasileira! O Partido dos Trabalhadores foi peça fundamental na construção da democracia de nosso país e não permitirá que ela seja desmantelada em virtude de chantagistas e golpistas que não reconhecem o valor do voto popular. Por isso, viemos expressar o nosso total apoio à Presidenta  Dilma Rousseff e a defesa da democracia e do Estado Democrático de Direito, colocados em risco neste importante momento político.

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