Por Professor Flaudio: E as boas notícias?

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Se você é dos que se alegram em propagar as boas notícias, essa é uma leitura obrigatória. Porque de gente pessimista e que não celebra as conquistas de uma nação, o mundo está cheio. Mas a hora, agora, é de fazer o País engatar novamente nos vagões do desenvolvimento, e ainda que com percalços econômicos, que acontecem no mundo inteiro, seguir em frente. Uma notícia que nos anima a prosseguir é ver que as políticas públicas implantadas no Brasil, nas áreas de Educação, Desenvolvimento e Saúde, são destaques mundo afora. Um desses exemplos é que nesta semana, o Brasil apresentou em Moscou, na Rússia, os principais programas e ações sociais que tiraram o País do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A apresentação ocorreu na quinta e sexta, durante o Fórum Global sobre Programas de Proteção Social Sensíveis à Nutrição: Rumo a Parcerias sobre o Desenvolvimento.

Segundo o relatório O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2015, o Brasil é o país, entre os mais populosos, que teve a maior queda de subalimentados entre 2002 e 2014, total de 82,1%. No mesmo período, a América Latina reduziu em 43,1%.

Segundo a FAO, o País superou a fome como problema estrutural graças ao aumento da oferta de alimentos e da renda dos mais pobres, ao programa Bolsa Família e à merenda escolar, que beneficia 43 milhões de crianças e adolescentes. A organização também apontou, como um dos fatores fundamentais para o sucesso brasileiro, a participação da sociedade civil na elaboração das políticas públicas, o que foi possível com a recriação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional.

Mas apesar do salto, o governo federal já apontou novos desafios para assegurar uma alimentação adequada e saudável para a população.

A qualidade dos alimentos que chegam à mesa da população e o combate ao sobrepeso e à obesidade estão na agenda prioritária do País, por meio do Plano Plurianual 2016-2019.

Outra notícia que merece destaque é que o Brasil é um dos 62 países que alcançaram a meta de redução da mortalidade infantil, estipulada pela Organização das Nações Unidas (ONU), por meio dos Objetivos do Milênio. A meta estipulada pela ONU por meio dos Objetivos do Milênio apontou a necessidade de diminuição em dois terços no índice. De 1990 a 2015, o Brasil reduziu em 73% a mortalidade infantil. Há 25 anos eram registradas 61 mortes para cada mil crianças menores de cinco anos. O número caiu para 16 mortes (a cada cem mil) após esse período.

Em 2013, a ONU creditou o avanço no combate à mortalidade infantil no Brasil a políticas de assistência social como o programa de transferência de renda Bolsa Família. Modelo a ser seguido por outros países!


*Professor Flaudio (PT) é vice-prefeito de Itapevi e Diretor Estadual da Apeoesp

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