Por Erik Bouzan: Ocupar São Paulo! Retomar o trabalho de base e construir uma JPT solidária e combativa

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A Juventude do Partido dos Trabalhadores passará por um momento crucial de sua trajetória. O III Congresso da JPT acontecerá em meio a um forte desgaste do partido, das direções e diante dos impasses que vivemos na organização e na ação partidária. As jornadas de junho de 2013 trouxeram à tona uma nova conjuntura política. Marcadas pelo perfil anti-institucional, colocaram em xeque nosso sistema político e expuseram a urgência de atualizarmos nosso programa e tática partidária.

 O Estado de São Paulo sofre com o aprofundamento do projeto tucano neoliberal, tendo como principais “vitrines” o autoritarismo, a violência, a falta de diálogo e o sucateamento dos serviços público. Aqui escolas são fechadas e cada vez mais prisões são abertas, resumindo o futuro da juventude pobre e negra das periferias ao encarceramento em massa.

 Principal reduto da direita e eixo político-econômico do capital, São Paulo é centro da radicalização da ofensiva conservadora e, portanto da disputa de hegemonia. O avanço da direita, fortemente incorporada por setores da juventude paulistana, tem grandes dimensões no Estado e exige uma forte estratégia de resistência da esquerda.

 É nesse contexto que o III Congresso Estadual da JPT acontece e a juventude do PT tem a tarefa ser a grande protagonista deste novo período.

 A JPT deve encarar o papel de ser o principal agente político nesse período de grandes questionamentos dos jovens às instituições e ao processo político tradicional. Deve apresentar-se como condutora do partido para a superação destes impasses e consolidar uma nova agenda política do partido.  

 

Retomar Trabalho de Base!

 

O acirramento político, a necessária disputa de valores e a perda de nossa capacidade organizativa não nos deixa outra solução se não a retomada do trabalho de base, resgatando uma estratégia política de organização que crie condições de superar o momento político e anuncie um novo período de transformações populares.

 O desafio aumenta com os problemas que enfrentamos no Estado. A ameaça estimulada pela grande mídia de diminuição da expressão política do PT, principalmente nas cidades do interior e a dificuldade de organização do partido, que não foi capaz de apresentar uma estratégia de fato para os pequenos e médios municípios.

 É preciso despertar, estimular, organizar, acompanhar e promover ações que resolvam os problemas do cotidiano da juventude e dos trabalhadores e trabalhadoras e assim fazer a ligação com a luta geral. Desta forma, é preciso criar condições para criar espaços que dialoguem com a juventude trabalhadora, estudante e por grupos de interesse (juventude negra, feminista, ambientalista etc), sem o engessamento das estruturas de direção do PT.

 

Uma Juventude a frente de seu tempo e de sua geração

 

A superação do modelo setorial para instância partidária significou um grande avanço para a organização da JPT. Esse modelo, entretanto, enfrenta alguns problemas e dentre eles estão o funcionamento de fato das direções e o decorrente personalismo que centraliza na figura do secretário ou da secretária as ações e imagem da secretaria.

 O esvaziamento direções de juventude em todas as esferas foi impulsionada por esse aspecto. É preciso impor uma condução mais horizontalizada e caracterizada pela construção coletiva. Na JPT Sampa tentamos construir uma gestão que fosse para além dos grupos, que proporcionasse autonomia de atuação e tarefas concretas ao conjunto da direção. Conseguimos, assim, imprimir uma marca menos personalista. Mas só isso não basta!

 Precisamos dar um novo salto em nossa organização. Essa tarefa não é fácil e vai além das disputas internas.

 A JPT precisa ressignificar sua atuação militante. A juventude petista deve ser entendida não apenas como jovens filiados e militantes do PT, mas como uma força política maior, aberta, que vá além de suas expressões mais comuns: direções, coletivos estudantis e agrupamentos – o que não significa diminuí-los.

 Nossa militância deve estar nos territórios, na ação direta com o povo, na atuação solidária. Precisamos nos transformar num grande coletivo que percorra o estado fazendo a disputa de hegemonia na prática, disputando valores da juventude trabalhadora com ações reais e que dialoguem de fato com essa juventude. É preciso um novo modelo de organização que supere a tendência burocratizante e nos dê capacidade de retomar a organicidade de nossa vida partidária.

 

Novo Modelo de Organização

 

Para superar esses desafios apontados e construir um novo período na JPT destacamos as principais propostas que apresentaremos como plataforma de gestão para o III Congresso Estadual da JPT-SP:

 

- Encontro da juventude trabalhadora

            Em parceria com a CUT vamos realizar um encontro com a juventude trabalhadora e tirar ações em conjunto com os jovens cutistas; ampliar a relação com os sindicatos e ajudar a organizar os jovens trabalhadores referenciados em nosso partido.

 

- Acampamento da Juventude

            Atividade de Formação Política e Cultural para toda a militância, para os novos filiados e para os simpatizantes. Atividades como essa são fundamentais para atrair a juventude para a militância partidária. O Encontro servirá como socialização dos jovens, aprendizado sobre a cultura política socialista e a troca de experiências.

 

- Portal interativo da Juventude Petista

            Um espaço que seja não só de informação, mas que propicie a interação entre os jovens, o debate, a troca de experiência, uma agenda unificada e autogestionada. O portal terá também mecanismos de organização por interesses comuns.  

 

- Aplicativo da JPT

            Aplicativo de celular interativo com a finalidade de integrar a juventude petista, com informações, dicas, canal de vídeo e informação, aumentando a conectividade entre a JPT.

 

- Criação da coordenação de Agitação e Propaganda

            Será uma remodelagem da coordenação de mobilização, só que com base na estratégia AgitProp. Terá a função de fazer denúncias, agitação de massas, fomento à indignação e luta além de pensar métodos de divulgação de nosso projeto. Os instrumentos e táticas de AgitProp serão praticadas por toda a militância. A coordenação terá a função formular, organizar estimular e mobilizar a juventude petista.

 

- Formação dos dirigentes da JPT e das jovens lideranças

            A formação política não pode ser vista como necessária apenas para os novos filiados ou para aqueles que ainda não estão em espaços de direção. A formação dos dirigentes e das lideranças já consolidadas é fundamental para garantir o salto de qualidade de nossa organização.

 

- Jornal da JPT

            Material curto, de impacto e que servirá como comunicação entre a Juventude Petista e como mecanismo de propaganda e disputa de ideias.

 

- Política de financiamento

            A próxima gestão deverá organizar mecanismos de autofinanciamento da JPT. Os eixos principais para que isso se concretize são:

  • captação de recursos, como venda de produtos;
  • financiamento coletivo.

            A JPT deve inaugurar um novo modelo de finanças, estabelecendo mecanismos de transparência, prestação de contas e o Orçamento Participativo interno

 

- Casa da Juventude Petista

            A construção de um espaço autônomo da JPT é fundamental para atrair mais a juventude para nossas fileiras. Um espaço coletivo permanente que seja propício para a militância de não filiados, simpatizantes e que supere a carência de espaços de socialização plena da juventude petista. A Casa terá atividades culturais, lúdicas e formativas, hospedagem solidária além de encontros e reuniões.

 

- Cursinho Popular da JPT

            Esse será um dos principais instrumentos de ações externas e trabalho de base. Terá um projeto político-pedagógico que vá além do ensino pré-vestibular, que estimule o debate politico e a formação emancipadora da juventude, referenciada na educação popular. Será decisivo o envolvimento das macros-regiões, das secretarias municipais e coletivos da juventude petista.

           

- Prazo de gestão

            A juventude tem um tempo diferenciado, mais dinâmico, transitório e é um dos principais espaços de formação de quadro do partido. Mandatos muito prolongados impedem novos militantes de terem oportunidade de ampliarem sua experiência de dirigente. Para oxigenar o partido e aperfeiçoar o diálogo com a base a próxima gestão terá a duração de dois anos.

 

- Diminuir a burocracia da filiação e trazer a juventude

            Precisamos de critérios de participação próprios da JPT. O fato é que organizamos nosso processo de filiação com base em nossas disputas internas, desconsiderando a filiação espontânea e de opinião. A juventude é a mais atingida por essa lógica.

            Para superarmos esse problema que exclui a entrada da juventude em nosso partido propomos:

1) Diminuir o tempo de filiação mínima , no máximo, seis meses;

2) Elaborar mecanismo de filiação direta pela internet;

3) As secretarias de juventude, assim como as outras secretarias e os setoriais, onde muitas vezes é a opção de militância do novo filiado, devem estar habilitadas para filiar e criar atividades de validação da filiação;

4) Realizar uma ampla campanha de filiação, com foco na juventude e no alistamento eleitoral.

 

- Conselho Político Estadual Descentralizado

            O Conselho Político será um espaço para o debate de ações e projetos da secretaria, além da formulação discussão política. Será formado pelos coordenadores de juventude das macros, com participação de movimentos sociais e populares e convidados, mas sempre aberto à militância. Faremos as reuniões do Conselho descentralizadas, percorrendo as diferentes regiões do estado de São Paulo para discuti as distintas realidades e mobilizar a juventude de todo o Estado.

 

Juventude dirigente e emponderada é partido renovado!  

 

O estabelecimento das cotas geracionais nas direções partidárias significou um grande avanço na necessária transição geracional. Em um momento de vácuo político e de crise de lideranças essa medida é fundamental para renovação partidária e para o surgimento de novos quadros. Entretanto há um problema. Quem está no dia a dia das direções sabe que o empoderamento dos setores incluídos por essa e outra políticas afirmativas (gênero e étnico-racial) ainda é quase uma exceção em nosso partido.

 

São nítidos os impasses que vivemos na organização e na ação partidária e sem dúvida uma das principais saídas para isso é o fortalecimento das cotas geracionais. É preciso ter uma direção com peso político, de grandes quadros, mas também lideranças que dialoguem com esse novo período. Precisamos fortalecer o papel destes dirigentes, que estão assumindo papel de quadro partidário e não uma “extensão da secretaria de juventude”. É a renovação de quadros que poderá dar uma nova organicidade às estruturas partidárias. Por outro lado, é tarefa do dirigente jovem assumir o papel de combater os vícios burocráticos, trazendo os novos elementos para a direção partidária, e não o contrário, caindo na acomodação e incorporando os vícios que deveriam ser combatidos.

 A JPT-SP deverá convocar um Encontro dos Dirigentes Jovens para dialogar com nossos quadros dirigentes e promover o debate sobre as práticas partidárias e o modelo de organização.

 

O Papel das Macrorregiões no novo modelo de organização.

 

Reorganizar os Macros e fortalece-las deverá ser prioridade para a descentralização da gestão e possibilitar aos jovens dos pequenos municípios que construam vínculos com as diferentes instâncias da JPT, com condições de pautar a política e a agenda da Secretaria.  É preciso empoderar as macrorregiões e repensar seu papel entendendo e respeitando a dinâmica específica de cada uma.

 O Encontro de Juventude das Macrorregiões do PT deverá ser realizado já no primeiro trimestre de 2016, para que a juventude petista se prepare para as próximas batalhas que virão.

 

Construir a Frente Brasil Popular, lutar pelas reformas estruturais e barrar o golpismo!

 

A estratégia de Frente Democrática e Popular é fundamental para a reorganização da esquerda. É necessária para construir uma nova coalização, orgânica e plural, capaz de trazer governabilidade social, derrotar as forças conservadoras e golpistas e garantir as condições para implantar o programa das reformas estruturais.

 Não deixaremos que seja imposto o programa neoliberal e conservador derrotado nas urnas. Para isso, esse espaço organizativo precisa se enraizar na sociedade, na juventude, nos trabalhadores, nos bairros e no interior, e acumular forças para fazer a disputa de hegemonia e construir uma nova maioria progressista.

 

A JPT-SP deve ser protagonista na construção da FBP no Estado de São Paulo e ajudar a consolidar sua estratégia.

 

Desmilitarização e Genocídio da Juventude Negra, Pobre e Periférica

 

Devemos aprofundar a luta contra genocídio da juventude pobre, negra e periférica, colocando no centro do debate sobre o fim dos autos de resistência, a luta contra a redução da maioridade penal e a reestruturação e desmilitarização das polícias.

 Devemos denunciar as consequências do modelo militarista, como a perda de controle dos estados ante suas polícias e que ajude a colocar efetivamente essa pauta na agenda política.

 Sob os (des)governos tucanos, o Estado caminha na contramão da humanização das policias. Além de gastar com pirotecnias tenta transferir o poder de investigação da Polícia Civil à PM, deixando a cargo de quem mais viola os direitos humanos a função de investigar os crimes, abrindo caminho para toda ordem de malabarismos para defender os interesses da corporação.

 Como forma de enfrentar esse e outros retrocessos, a JPT-SP terá como uma das pautas prioritárias a desmilitarização das polícias e a luta por uma nova política de segurança publica cidadã. A JPT-SP fará uma grande campanha sobre esse tema. Realizando caravanas e fazendo o debate junto à juventude paulista.

 

Nova Política Sobre Drogas

 A Juventude do PT deve encampar de fato a luta por uma nova política sobre drogas. Este ainda é um tema incipiente, fortemente marcado por um tabu, tanto na sociedade quanto no próprio partido. É preciso que a JPT lidere o avanço nesta discussão, que passe pela legalização, redução de danos e experiências de regulação do mercado.

 Em São Paulo ajudamos a criar o Núcleo de Políticas sobre Drogas (NPD-PT), que reúne a militância na luta pela legalização da Maconha e por uma política sobre drogas humanista e democrática, além de atuar nos movimentos como a Marcha da Maconha.

A próxima gestão deve avançar na interlocução com o núcleo e construirá em conjunto as lutas para avançarmos no fim da guerra às drogas e na construção de uma nova política.

 

Contra a discriminação! Lutar pelo fim da violência contra LGBT´s

 

A luta contra a discriminação de orientação sexual e identidade de gênero deve ser uma constante no cotidiano da JPT-SP. São Paulo é cenário das mais variadas formas de preconceito, discriminação e agressão contra a população LGBT. Nossa ação deve estar voltada para o combate firme e sem concessões, denunciando o preconceito social, lutando pela aprovação do marco legal que criminaliza essas formas de discriminação.

A próxima gestão tem o desafio de ajudar a organizar os militantes LGBT, realizando encontros e ações externas de combate à violência vivida pela população LGBT.

 

 Direito à cidade

 

Também o direito à cidade e suas temáticas, como mobilidade urbana, moradia e acesso a equipamentos públicos, vem se se consolidando cada vez mais nos grandes temas e a juventude é a principal protagonista deste debate. O estado de São Paulo é a principal vitrine das contradições impostas e o consequente berço das lutas ligadas ao tema. A própria evolução dos protestos de 2013, do aumento da tarifa à reivindicação por acesso aos serviços públicos de qualidade, expressa a reorganização das demandas populares e seus desdobramentos no contexto urbano.

 A marginalização do acesso aos bens sociais imposta pela dinâmica capitalista das metrópoles à nova classe trabalhadora e à população mais pobre faz com que a luta pela democratização das cidades deva ser encampado efetivamente como pauta estratégica para a luta de classes e para o projeto democrático-popular.

 A luta contra o capital financeiro-especulativo e sua fase atual, contra o segregacionismo que empurra cada vez mais a pobreza para longe e alija a maior parte da população dos direitos mais fundamentais como saúde, educação, moradia e transporte, passa por alterar a lógica de ocupação e funcionamento das cidades. Questões como a Tarifa Zero, a Reforma Urbana e a ocupação do espaço público devem estar na agenda central da juventude petista.

 

Mais mulheres na política, no PT

 

Entendemos que a luta das mulheres é a luta da JPT. Foi nossa instância que em 2008, durante a realização do I ConJPT, protagonizou a paridade na composição das direções, fundamental para aprovação desta mesma regra em no 4º Congresso do PT.

 Não basta, contudo, a aprovação da paridade sem mudar uma cultura política que inviabiliza e deslegitima o protagonismo das jovens mulheres.

 Mais do que mulheres para mediar debates, ou compor mesas para garantir a paridade visual, é necessário ouvir a opinião das mulheres sobre os diferentes temas da sociedade. Pensar a descentralização da gestão da JPT passa pelo empoderamento das mulheres jovens da direção estadual, assumindo tarefas e liderando a atuação da Direção Estadual da JPT-SP.

 A JPT deve ser um espaço seguro e de visibilidade da agenda de lutas das mulheres, mesclando a criação de espaços de auto-organização e espaços mistos que deem visibilidade as mulheres, assim como cerrando fileiras nos movimentos e atos feministas e pelos direitos das mulheres.

 Neste sentido, é tarefa do conjunto da juventude do PT combater os desmandos da bancada conservadora do Congresso Nacional e seu expoente maior, Eduardo Cunha, que tenda retroceder os direitos das mulheres através da tramitação do PL 5069/13, que modifica a lei de atendimento às vítimas de violência sexual, dificultando o aborto legal em caso de estupro, além de criminalizar a propaganda e o fornecimento de métodos abortivos.

 

 Eleições 2016: Ousar na campanha e preparar candidaturas jovens fortes

 

As eleições de 2016 serão mais do que decisivas para a sustentação do nosso projeto. O grande desafio é tirar uma estratégia de construção de candidaturas da Juventude do PT. Para além do critério de idade, queremos ajudar a organizar e estimular as candidaturas que tenham diálogo com a juventude e que representem a transição geracional no PT e na sociedade. Candidaturas jovens que estejam compromissadas com o projeto da juventude petista.

 Para isso propomos a criação do Grupo de Trabalho Eleitoral da Juventude do PT (GTE-JPT), que acompanhará as demandas e definirá a tática eleitoral da juventude.

 O momento exige posições firmes. À frente da JPT Sampa fizemos uma gestão combativa, enfrentando todas as pressões e sem cair em “aventurismos”. Foi assim com as manifestações de Junho, com a resistência à Salva de Prata para a Rota e com tantas outras lutas que travamos e ações que conseguimos realizar. A próxima gestão da Secretaria Estadual da JPT tem a tarefa histórica de ser referência deste novo ciclo, do desafio de consolidar a nova geração de lutadores e lutadoras, de dar continuidade a construção deste instrumento da classe trabalhadora e seguir lutando pelo socialismo democrático.

 

Erik Bouzan é candidato a Secretário Estadual de Juventude do PT-SP

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