O espetáculo grotesco do dia 17 de abril foi mais um lance na escalada golpista comandada pelo vice-traidor e seu parceiro réu no Supremo Tribunal Federal por diversos crimes ainda impunes. 

A partir de hoje, o processo farsesco chega ao Senado, a quem cabe decidir, por maioria simples, sobre o afastamento da presidenta – sem crime e sem base legal, a não ser a vingança e o desejo de poder a qualquer custo dos conspiradores. 

A reação ao golpe precisa ser intensificada, ampliar-se até os locais de trabalho, às escolas, às periferias, às favelas, com atos e manifestações em todas as cidades. A abordagem aos senadores, em seus Estados e no Congresso, é fundamental, mesmo diante da  contagem antecipada pela mídia monopolizada.

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Mais que nunca, é urgente o diálogo da presidenta com os movimentos sociais, com os partidos populares e com as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo

Sob a liderança do ex-presidente Lula, vamos continuar combatendo o golpe, aqui e no exterior. Novas mobilizações e outras formas de luta serão desfechadas nos próximos dias, antecipando a grande jornada democrática do 1º de Maio.

Vigilância, mobilização e luta, eis as tarefas a que a militância petista está convocada para deter o golpe.

Rui Falcão é presidente nacional do Partido dos Trabalhadores